Daniel Rangel é mestre em artes visuais pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), onde atualmente realiza o seu doutorado. É bacharel em comunicação social pela Universidade Católica de Salvador, pesquisador do Fórum Permanente, vinculado ao Instituto de Estudos Avançados da USP, e membro individual do International Biennial Association (IBA).
Pesquisador, curador e gestor, com mais de 20 anos de experiência no meio cultural, atualmente é curador do Museu de Arte Moderna da Bahia, curador do Prêmio Museu é Mundo e sócio da N+1 Arte Cultura, empresa que desenvolve conteúdos e realiza produções e planejamentos estratégicos na área cultural.
Daniel foi diretor artístico do Instituto de Cultura Contemporânea (ICCo) de 2011 a 2016 e esteve à frente da Diretoria de Museus da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia entre 2008 e 2011.
Realizou a curadoria de eventos e exposições, entre as quais se destacam:
REVER_Augusto de Campos, no SESC Pompeia, considerada Melhor Exposição Individual de Artista Brasileiro em 2016 pela revista seLecT;
Palavra em Movimento, sobre a trajetória visual de Arnaldo Antunes, que recebeu o prêmio APCA 2015 de Melhor Exposição de Artes Gráficas;
My name is Ivald Granato, exposição ganhadora do Prêmio Arcanjo de Cultura 2020, na categoria Artes Visuais;
Ready Made in Brasil, 8ª Bienal de Curitiba;
15ª e 16ª Bienal de Cerveira – Portugal;
Festival Art.br# 1, 2 e 3, em Nova York; e
2º World Biennial Forum – São Paulo.
Organizou publicações diversas, como:
“Klaxon em revista” (Cosac Naify, 2012);
“Making Biennials in Contemporary Times” (ICCo/ Biennial Foundation, 2014);
“Luzescrita: Poemas escritos com luz de Arnaldo Antunes, Fernando Lazlo e Walter Silveira” (N+1 Arte Cultura, 2016);
“Ready Made in Brasil: A ressonância mórfica duchampiana brasileira” (N+1 Arte Cultura, 2017); e
“Afonso Tostes: Entre a cidade e natureza” (Cobogó, 2019).
Realizou ainda a curadoria de exposições individuais de importantes artistas brasileiros, como Tunga, Waltercio Caldas, José Resende, Carlito Carvalhosa, Ana Maria Tavares, Marcos Chaves, Eder Santos e Rodrigo Braga.
Também realizou a curadoria de outras mostras coletivas, como: Transit – coleção contemporânea de arte africana; Luzescrita; Poesis in Praxis – Tunga and Lenora de Barros, realizada no Pioneer Works, em Nova York; e o projeto RUA – Roteiro Urbano de Arte, na Cidade Baixa, em Salvador.